Cumplicidades

Há palavras que nos beijam, Como se tivessem boca. Palavras de amor, de esperança. De imenso amor, de esperança louca...

segunda-feira, julho 19, 2004

Palavras

O que penso, o que sinto, o que vivo só sossegam quando agarrados pela estrutura das letras e pelo ritmo dos fonemas. Daí a minha ansiedade. Quero sempre trazer para a luz das palavras o silêncio do que ainda não foi dito.
Quero que ao deposita-las num qualquer pedaço de papel, me esvaziem de todas as inquietações e mágoas…
E como são fortes, fizeram-me percorrer por tantos caminhos só para me ver revelar o meu amor e apego à vida.

4 Comments:

Blogger gandratruck said...

Boa Noite! vim cá para agradecer o meu link, e dar os parabéns pelo blog;
( e parece que inaugurei os comentários)
sobre o post, o que penso, algumas vezes digo, outras nem por isso, porque os pensamentos são tantos que chego a confundir talvez o real sentido do pensamento, e ali tão perto a minha frente, mesmo a tocar-me o nariz.
Fica Bem.

11:10 da tarde  
Blogger Emilio said...

Bem regressada Maria. O vazio era insuportável. Um beijo grande.

11:30 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Lindo !!! ... Bem hajas ... de volta e renovada ... Beijinhos Alma

3:02 da tarde  
Blogger Maria Branco said...

Fernando: Nem sempre conseguimos desenhar nas palavras o que sentimos, porque pela intensidade dos sentimentos as palavras perdem o sentido e significado, acredita que gostaria neste exacto momento de encontrar algumas que decifrassem os meus sentires, mas elas simplesmente fogem, escapam-se...

Emilio: Obrigada, beijo

Alma: Obrigada pela tua simpatica vista e palavras, beijinhos

6:55 da tarde  

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